quinta-feira, 22 de maio de 2014
Doença de Crohn ou enterite regional
A doença de Crohn, também chamada de enterite regional, é uma desordem que causa inflamação do trato digestivo ou gastrointestinal. Doença de Crohn, ou enterite regional, pode afetar qualquer área do trato gastrointestinal, desde a boca até o anus, porém mais comumente afeta a parte inferior do intestino delgado chamada íleon. O inchaço estende fundo para dentro do revestimento do órgão afetado e pode causar dor e ocasionar diarréia.
Causas da doença de Crohn ou enterite regional
Existem várias teorias sobre as causas da doença de Crohn, mas nenhuma foi provada. A teoria mais popular é que o sistema imunológico reage anormalmente em pessoas com doença de Crohn, confundindo bactérias, alimentos e outras substâncias com corpos invasores. A resposta do sistema imunológico é atacar esses “invasores”, produzindo inflamação crônica que ocasiona ulcerações e lesões no intestino.
Sintomas da doença de Crohn ou enterite regional
Os sintomas mais comuns de doença de Crohn são dor abdominal e diarréia. Outros sintomas podem ocorrer, como sangramento retal, perda de pesso, artrite, problemas de pele, e febre. Sangramento pode ser sério e persistente, ocasionando anemia. Crianças com doença de Crohn podem sofrer atraso no desenvolvimento e problemas de crescimento. As amplitudes e severidades dos sintomas variam.
A complicação mais comum da doença de Crohn é bloqueio do intestino. O bloqueio ocorre porque a doença se engrossa a parede intestinal com inchaço e tecido cicatrizado, estreitando a passagem. A doença de Crohn também causa feridas, ou úlceras, que canalizam através da área afetada até tecidos ao redor, como bexiga, vagina ou pele. As áreas ao redor do ânus e reto são freqüentemente envolvidas. Esses canais, chamados fístulas, são uma complicação comum e freqüentemente ficam infectados. Algumas vezes as fístulas podem ser tratadas com remédios, mas em alguns casos requerem cirurgia. Adicionalmente às fístulas, fissuras pode se desenvolver no revestimento da membrana mucosa do ânus.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Alimentos não precisa de gravidade para chegar ao seu estômago
Quando você come algo, a comida não cai simplesmente através do seu esófago para o estômago. Os músculos de seu esófago contraem e relaxam de uma maneira semelhante a onda, chamados movimentos peristálticos, empurrando a comida para baixo através do canal pequeno para o estômago. Por causa do peristaltismo, mesmo se você fosse coma enquanto pendurado de cabeça para baixo, a comida ainda consegue ser capaz de chegar ao estômago.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Flatulência
O gás intestinal, ou flatos, é uma combinação de ar e gases de ingestão produzidos pela fermentação de bactérias no tracto gastrointestinal. O sistema digestivo não pode quebrar ou absorver determinados componentes dos alimentos, e essas substâncias simplesmente são empurradas ao longo do trato, e fazem o seu caminho para o intestino grosso. Hordas de bactérias intestinais começar a trabalhar, libertando uma grande variedade de gases no processo, incluindo o dióxido de carbono, hidrogénio, metano e sulfureto de hidrogénio (que dá à flatulência o seu mau cheiro de ovo podre).
Úlceras pépticas
As úlceras pépticas são feridas dolorosas na mucosa do esófago, estômago ou intestino delgado. Os médicos pensaram durante muito tempo que o stress e a comida picante levavam as pessoas a desenvolver as feridas - uma explicação que parecia fazer sentido, uma vez que os pacientes com úlcera se queixavam frequentemente de dor ardente depois de comer alimentos picantes. Assim, durante quase 100 anos, os médicos prescreveram um tratamento que envolvia repouso e uma dieta branda.
Em 1982, os pesquisadores australianos Barry Marshall e Robin Warren descobriram que o verdadeiro culpado por trás das úlceras é a bactéria Helicobacter pylori, que toca na mucosa do estômago. Graças a esta descoberta, os médicos chegaram a um melhor tratamento para as úlceras: antibióticos. Esta descoberta valeu a Marshall e Warren o Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 2005.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Cuidados com a Vesícula;

A vesícula biliar é um órgão em forma de saco, parecido com uma pera, localizada abaixo do lobo direito do fígado. Sua função é armazenar a bile, líquido produzido pelo fígado que atua na digestão de gorduras no intestino.
A bile é formada pela mistura de várias substâncias, entre elas o colesterol, responsável pela imensa maioria da formação de cálculos (pedras na vesícula), que podem impedir o fluxo da bile para o intestino e causar uma inflamação (colecistite).
sexta-feira, 11 de abril de 2014
G.I
Má digestão na gravidez
A má digestão na gravidez é causada pelas alterações hormonais e pela necessidade nutricional que acontece como consequência da adaptação do corpo à gravidez.
O que se pode tomar para combater a má digestão na gravidez é:
- 1 xícara de chá de erva-doce;
- Comer 1 fatia da abacaxi;
- Tomar pequenos goles de água.
O uso de remédios antiácidos é desaconselhado na gravidez e por isso deve-se dar preferência aos remédios caseiros e naturais.
Para evitar ou minimizar a má digestão na gravidez é importante:
- Comer pequenas porções de 3 em 3 horas;
- Não beber líquidos durante às refeições;
- Identificar os alimentos que causam má digestão e evitar o seu consumo.
Durante a gravidez é natural que alguns alimentos não sejam tão bem aceitos pelo estômago como antes, especialmente durante aos primeiro trimestre, mas isto geralmente passa após este período.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Diverticulite
A diverticulite é uma doença comum do intestino, particularmente o intestino grosso. A diverticulite desenvolve-se da diverticulose, a qual envolve a formação de bolsas (divertículo) no exterior do cólon. A diverticulite acontece se uma dessas bolsas fica inflamada.
Em complicações decorrentes da diverticulite, bactéria pode subseqüentemente infectar o exterior do cólon se um divertículo inflamado romper. Se a infecção espalhar-se para o revestimento da cavidade abdominal (peritônio), isso pode ocasionar peritonite potencialmente fatal.
Algumas vezes o divertículo inflamado pode causar o estreitamento do intestino, ocasionado obstrução. Ainda, a parte afetada do cólon pode aderir à bexiga, ou outro órgão na área pélvica, causando uma fístula, ou comunicação anormal entre o cólon e um órgão adjacente.
A diverticulite afeta mais freqüentemente pessoas de meia idade e idosas, porém pode ocorrer em pacientes mais jovens também.
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
G.I
Síndrome do intestino irritável
Doença causa desconforto intestinal e está relacionada a fatores emocionais.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Curiosidades: Você Sabia?
Roncar do estômago pode acontecer a qualquer momento e não apenas quando você está com fome
Os roncos do estômago são o resultado de movimentos peristálticos do estômago e intestino delgado - isto é, eles são devido à digestão normal, enquanto alimentos, líquidos e gases passam pelo seu trato gastrointestinal. Quando o aparelho está vazio os roncos são mais altos porque não há nada para abafar o som. Então, porque se contraem os músculos quando não há comida no estômago?
Depois de o estômago esvaziar os seus conteúdos para o intestino delgado, ele envia sinais para o cérebro. O cérebro responde dizendo aos músculos digestivos para iniciar o processo de peristaltismo. As contrações musculares garantem que nenhum excesso de comida foi deixado no estômago, e a consequente rosna sinaliza que o seu corpo precisa de alimento.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Doença de Refluxo Gastroesofágico.
Refluxo Gastroesofágico
A doença manifesta-se geralmente por ter uma sensação de acidez e queimação que vai do
estômago à garganta. O refluxo gastroesofágico se evidencia também na forma de arrotos
ou com a expulsão de gases pela boca e outros sintomas como flatulências e distensão
abdominal que devem ser tidas em consideração na hora de prevenir o de desenvolvimento da doença.
Prevenção:
A perda de peso e a detecção precoce são chaves na prevenção desta doença.
Em relação à perda de peso deve levar um estilo de vida saudável, uma dieta equilibrada e
combater o sobrepeso e a obesidade com tratamentos solidamente contrastados. Isso é
muito importante para a prevenção do refluxo gastroesofágico, já que o excesso de peso
aumenta consideravelmente o risco de ter esta doença. Uma doença que frequentemente se
complica desencadeando esôfago de Barrett e que acaba derivando em muitos casos em câncer de esôfago.
Em relação à perda de peso deve levar um estilo de vida saudável, uma dieta equilibrada e
combater o sobrepeso e a obesidade com tratamentos solidamente contrastados. Isso é
muito importante para a prevenção do refluxo gastroesofágico, já que o excesso de peso
aumenta consideravelmente o risco de ter esta doença. Uma doença que frequentemente se
complica desencadeando esôfago de Barrett e que acaba derivando em muitos casos em câncer de esôfago.
Diferentes estudos médicos demonstram que a perda de peso melhora e previne
os sintomas do refluxo e o desenvolvimento da doença. Neste campo, o aparecimento de
novas técnicas menos invasivas que a cirurgia tradicional como a cirurgia endoluminal (uma
técnica cirúrgica que permite reduzir o estômago por via endoscópica) ou melhoras em
técnicas não tão inovadoras como o tratamento da obesidade com balão intragástrico,
ajudam o paciente a modificar seus hábitos alimentares sem a necessidade de recorrer a
fármacos e permitem perder mais peso do que com outros programas dietéticos.
Outra das medidas para prevenir a doença, é a de fazer um exame endoscópico precoce
desde que existam sintomas de alarme (isto é, desde que se manifestem alguns dos
principais sintomas da doença). O exame endoscópico permite detectar e avaliar o grau de
desenvolvimento da doença bem como prevenir a complicação da mesma.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Sistema Gastrointestinal

Cuidados com alimentação podem ajudar a evitar câncer no Sistema Gastrointestinal
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que os casos de câncer colorretal (tumores encontrados no intestino grosso e no reto) têm, na maioria das vezes, tratamento e cura quando detectados no início. A doença aparece quase sempre em pólipos - lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. A retirada desses pólipos é o procedimento correto para evitar que se transformem em tumores malignos. A taxa estimada de incidência da doença divulgada pelo Inca em relação a este ano e também para 2013 oscila entre 14,23 e 26,19 novos casos a cada grupo de 100 mil homens e de 15,66 a 28,38 novos casos para as mulheres. As maiores incidências previstas concentram-se em duas localidades: São Paulo, com 26,19 casos a cada grupo de 100 mil homens e de 25,63 referente às mulheres; e no Rio Grande do Sul, onde foi estimado 25,38 em relação às mulheres e 23,04 novos casos para os homens.
O médico salienta que alimentos inadequados, sedentarismo, excesso de álcool e tabagismo por um período prolongado contribuem para a pessoa vir a desenvolver a doença. A grande maioria dos casos surge em pessoas acima dos 50 anos.
Referência:http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/cuidados-com-alimentacao-podem-ajudar-a-evitar-cancer-no-sistema-gastrointestinal,cde506d707a7b310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Sistema Gastrointestinal
Sistema Gastrointestinal
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